Sigo rodando sem lugar para parar,
E aparar cada dengo de desejo.
Para acabar com toda vontade de lamento
Onde cá esteja lá.
Para ela, regresso, bela.
Sinto parte dela.
Sigo em volta ao meus círculos
Prisioneiro de um caminho casto.
Mal falado, mal andado
E mal visto.
Sussurro até Sussuarana,
E me perco entre Ribeiras.
Me entrego,
Mas posso me recolher.
Beiradas formam o foco
E logo me enforco.
Tento parar de respirar,
O fato corrói.
Corroído, constrói.
E logo tento parar de optar.
Olho para o céu e,
O dia é de pouco sol.
há 20 anos
Há 6 dias

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