quinta-feira, janeiro 25, 2007

Duas Horas da Manhã.

Listando- Paulinho da Viola - Duas Horas da Manhã - 1972

Meu rosto pertinentemente me traz o anti-sorriso. A dor que ficou de passar não passou por passar. Eu passo cada passo da minha dor. A composição da minha posição. Da nossa confusão. Ela, Penélope, talvez estivesse certa. Mas que certo, que certa. Nada certa. E não venha me corrigir corretor automático. To sem paciência. Sem por hora. Sem por ora. Sem por nada. Nada distingue. Nada de estilingue. É uma coisa que vai e fico só. Com saudade. Que dor. Ador. Adoro. Odor. Já são duas da manhã. Bem o nome de uma das músicas que lembro de ti. São duas horas da manhã. Minha cabeça salienta seu beijo. São duas horas da manhã. E ainda espero que seu telefone toque novamente. Nova mente? Não, não. Não quero notar minha forma de vícios, nem denotar meu confuso destino. A nota é sua. Você pode já ter tido razão. Da pena ao vale a pena. Onde for, globo sou. Sou global, do mundo. Sou da escrita onde imaginar, sou do corpo que desejar. Desejo. Desejo. Foi horrível. Dói, mas quanto dói. Se eu já te trouxe essa dor, tolo soul. Dói. Pois que a minha ontogênica Grandeza nunca vibrou em tua língua. Não te abandono mais! Morro contigo!. Morro no morro. Carrego como me rego. Regencio amor. Crio o que for para criar. Hora de dormir? Duas horas da manhã? Paulinho da Viola? Gal Costa? Meu sonho? Meu amor?
É, duas horas da manhã, e eu por hora.

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