sábado entre barreiras,
mastigo meu medo
com o medo do sofrer.
uma vitória sempre é uma derrota,
o choro canino não serve como lamento.
entre pessoas, procuro um pouco de caminho.
o que falta em mim, em você
ou dentro desse lugar?
A caneta não entende e o tempo passa.
o vento vai varrendo essa necessidade,
desde ser o que não pode ser
de mexer e doer sem saber o porquê.
congelo meu ânimo nesse momento,
sou a dor de passagem
como uma banda marcial barulhenta.
não sei se devo ir para o nosso norte.
o tempo extermina o mito
e agora me calo.
Esquina da Augusta com Dona Antonia de Queiroz
1 semana atrás

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