Poeira vermelha
E sonho longo
De trepadas e muita traição.
É o gosto do maior desejo,
O outro mundo que não seja só meu.
Sou objeto? Logo eu homem sem objeto.
Membro fálico corrompido,
Sente falta de quê?
Flores, ar e sentido.
Limpo meus olhos
E minha cara está pálida.
A volta não sabe
O caminho de casa.
Para quem ainda acha que a TV não presta
7 horas atrás


5 comentários:
esse é um dos poemas mais lindos que você já escreveu
Vez em quando, a gente deseja um homem objeto assim
Gordel, voce é um cafajeste...
Caminhos confusos, sentimentos calados.
é vero, nem sempre a volta sabe o caminho de casa.
gostei!
beijos e obrigada pela visita, volte sempre que quiser
MM.
>>> desisti de desistir, ia fechar o fina flor, mas desisti, rs*...
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