Sexta-feira, Outubro 16, 2009

um pouco de sabor

Poeira vermelha
E sonho longo
De trepadas e muita traição.
É o gosto do maior desejo,
O outro mundo que não seja só meu.
Sou objeto? Logo eu homem sem objeto.
Membro fálico corrompido,
Sente falta de quê?
Flores, ar e sentido.
Limpo meus olhos
E minha cara está pálida.
A volta não sabe
O caminho de casa.

5 comentários:

Dri. disse...

esse é um dos poemas mais lindos que você já escreveu

Katrina disse...

Vez em quando, a gente deseja um homem objeto assim

Murilo disse...

Gordel, voce é um cafajeste...

maria fernanda; disse...

Caminhos confusos, sentimentos calados.

. fina flor . disse...

é vero, nem sempre a volta sabe o caminho de casa.

gostei!

beijos e obrigada pela visita, volte sempre que quiser

MM.

>>> desisti de desistir, ia fechar o fina flor, mas desisti, rs*...