Tu gostas de ver-me expirar
Não tenho que me apressar
Já vai me calando as veias
Teu veneno de agradar
Quando não vejo os teus olhos,
sustento esperanças
E vou sendo devagar.
Já não te posso escapar;
desculpe se por vezes pareço obsessivo
mas sei o gosto que tem
e a forma que faz.
Essa sutileza direita,
estreita estranheza
É o desejo que me espreita.
Se um raio da razão
seguisse sua enorme formosura,
deitava sua cabeça em meu peito,
e cobria seu sol.
há 20 anos
Há 6 dias

Um comentário:
Quando não vejo os teus olhos
sustento esperanças
Vou sendo devagar
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