sábado, julho 11, 2009

verde

O que falar agora
Se eu encontro viver devagar.
Eu quero ser contracapa,
Esquecer o poder.
Me libertar sem me socorrer,
E saber minha fé.
A felicidade.
E não importa que você
Esteja em outra calçada
De mãos dadas e ajoealhada.
Que corra a semana
Para gambiarra de domingo.
Eu, santo, capeta,
Grito!
Eu quero o esporro.
Ser para ser você?
Será?
Sabemos o doce das mãos,
Meu vento é seu, e
Nosso olhar molha o horizonte
Em pares.
O ar da imagem,
A saga do ser
E o sorriso dentro do meu.
Tudo que você podia ser,
Sem medo.
O exagero é tapa na cara.
A capa e o corpo.
Gostosa sacola com semeadura,
Em contrateste se mente?

Um comentário:

Katrina disse...

Levei muitos tapas na cara então.